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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Policiais Civis da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) de João Pessoa apreenderam, na manhã desta quarta feira (13) 469 caixas de cigarros importados de várias marcas em um galpão, na localidade conhecida como Salgadinho, na zona rural da cidade de Tacima, no Agreste paraibano, distante cerca de 162 km de João Pessoa.
A polícia civil chegou até a localidade depois de receber uma denúncia na tarde dessa terça-feira (12) informando a existência de um galpão que estava servindo para armazenar mercadorias roubadas e contrabandeadas. A partir daí, os agentes de investigação começaram os levantamentos e descobriram a localidade em Salgadinho.
Foi montada uma vigilância na área e, depois de algumas horas, os policiais observaram quando um homem chegou em uma moto e parou na entrada da fazenda. Desconfiado, o motoqueiro olhou para os lados e, quando notou a presença dos policiais, deu partida na moto e entrou no mato, escapando do cerco policial. A atitude do homem confirmou o que as investigações mostravam que o local podia estar sendo usado para guardar mercadorias de origem ilícita. Os policiais entraram na fazenda e encontraram as caixas de cigarros sem notas fiscais, o que comprovou a ilegalidade do material que estava armazenado dentro do galpão.
Foram realizadas várias buscas na propriedade para tentar encontrar o responsável pelo imóvel. As roupas estendidas em um varal e uma rede armada na varanda mostram que alguém mora no local e que pode ter fugido quando viu a polícia. Os vizinhos informaram que na casa fica um homem que parece fazer a vigilância da fazenda. As pessoas que moram próximas à propriedade disseram que o imóvel pertence a uma mulher e que ele foi alugado há alguns dias, mas ninguém soube informar o nome da pessoa.
As caixas de cigarros apreendidas foram encaminhadas para a Central de Polícia de João Pessoa, que fica no Geisel. “Tudo vai ser encaminhado para Polícia Federal, porque é atribuição dela apurar os crimes de contrabando e descaminho. Os policiais federais devem dar sequência às investigações no sentido de localizar o proprietário do imóvel e o locatário, bem como dar destino ao material apreendido”, concluiu a delegada de Crimes Contra o Patrimônio, Julia Valeska.
Portal Mídia

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