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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Celso Barros pressiona Flu pela saída de Conca e outros medalhões

A ideia, ótima para o clube, de que o Fluminense seguiria com os medalhões pagos pela Unimed mesmo após o fim da parceria de 15 anos não durou mais que um mês. O interesse do Corinthians e a proposta do Flamengo por Conca abriram a crise entre a diretoria tricolor e o presidente da cooperativa, Celso Barros, e expuseram o novo conflito entre as partes: de um lado, o desejo de manter os astros, do outro, a pressão para vendê-los.

O argentino é, dos jogadores com contrato de imagem com a Unimed, o que tem mais mercado. O interesse externo fez com que a empresa vislumbrasse a possibilidade de se livrar do alto encargo que terá caso precise cumprir o contrato com o jogador até o fim, em janeiro de 2017. São R$ 500 mil por mês, um valor total de R$ 13,5 milhões para explorar a imagem do jogador, sem que tenha mais qualquer exposição de marca no uniforme tricolor ou nas instalações do clube das Laranjeiras.

O prejuízo com o gringo não seria o único. Fred, Jean, Wagner, Walter e Cícero ainda possuem contrato com a Unimed. No caso de Fred, por exemplo, o gasto que a empresa terá até o fim do compromisso, em dezembro, será de R$ 7,2 milhões.

Celso Barros segue garantindo que honrará os contratos, mas já deixa claro que seu interesse é se livrar dos gastos com os atletas. Para isso, depende que o Fluminense, dono dos direitos federativos, aceite negociá-los.

— A diretoria tem adotado o discurso de que há vida sem a Unimed, mas é fácil fazer isso com os jogadores pagos pela empresa e trazendo outros oito reforços. O que não acho justo é pagarmos pela imagem dos jogadores se não temos mais a imagem deles — defendeu Celso Barros.

A pressão tem sido grande, com a ameaça, inclusive, de ida à Justiça para requisitar o direito de expor a marca no clube como forma de recompensa pelo pagamento dos direitos de imagem dos jogadores que estão no Tricolor

A diretoria do Fluminense, por enquanto, está irredutível. O discurso oficial é de que não há jogador inegociável, mas internamente não há a menor intenção de vender um jogador para minimizar o prejuízo do ex-parceiro. Ainda mais se tratando de um ídolo para o maior rival, como seria o caso da ida de Conca para o Flamengo.
Fonte: EXTRA

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